Era o Pré-Olímpico da Argentina, em janeiro de 1996. Arílson estava convocado por Zagallo para a seleção brasileira olímpica que buscaria uma vaga para Atlanta, neste mesmo ano. Já havia atuado pela seleção na Copa Ouro da Concacaf, sem ser titular. Era um time que tinha Sávio, Roberto Carlos, Caio, Amaral (o coveiro do olho torto), Juninho Paulista e o goleiro Dida. Arílson já jogava no Kaiserslautern, da Alemanha, que o contratou logo depois que o Grêmio conquistou sua segunda Libertadores, no ano anterior. O time alemão ficou com o desfalque para as semifinais da Copa da Alemanha daquele ano. O ex-gremista era habilidoso, protegia muito bem a bola, excelente visão de jogo e potente chute de canhota. Mas Zagallo não o escalava. O técnico e o supervisor Américo Faria foram procurados por ele "para pedir explicações sobre sua não escalação". Nem no banco ficava. E nas suas tradicionais esquisitices, Zagallo preferia Sávio, o bom moço, embora ambos pudessem jogar juntos pois tinham características distintas. Em um dia de folga, saiu de táxi por Buenos Aires com Sávio e Amaral. Aproveitou que os dirigentes alemães estavam ali para pressionar a CBF por sua volta e rumou com eles para o aeroporto. Abandonou a seleção. Nunca mais voltou. Hoje está arrependido e seu grande desejo era pedir desculpas ao velho treinador. Jamais tal encontro foi marcado
Pela Seleção, na Copa Ouro 1995.
Só tinha 22 anos quando o episódio do Pré-Olímpico ocorreu. O gaúcho de Bento Gonçalves plantou a semente dos desacertos que marcaram sua carreira. Parece ter (mal) aproveitado o herói que dá nome a sua cidade e deu início a uma vida de farrapo!
Revelado pelo pequeno Aimoré. Em 1993, aos 20, foi contratado pelo Grêmio e já no ano seguinte, foi campeão da Copa do Brasil. E em 1995, o auge com a conquista da Libertadores. Daí, rapidamente para a Alemanha, onde conquistou a Copa local mas só atuou em 10 partidas. Brigou com o capitão do time, o lateral esquerdo da seleção alemã Andreas Brehme. O talento dentro de campo foi substituído pela instabilidade emocional. Voltou um ano depois, justamente para o grande rival Internacional. Ficou por 2 anos com algum brilho mas sem destaque e depois passou mais 2 no Palmeiras, onde pareceu recuperar bom futebol ganhando a Copa do Brasil e a Copa Mercosul em 98. E parou por aí.
Indisciplinas e faltas nos treinos, expulsões contínuas, muitas lesões e problemas extra-campo onde chegou a ter prisão decretada por falta de pagamento de pensão alimentícia ao filho, além do alcoolismo que gerou alguns sérios acidentes de trânsito, acabaram transformando-o em um dos grandes ciganos do futebol. Foram 25 transferências, entre times medianos e pequenos no Brasil, Valladolid da Espanha, Universidad de Chile, Santa Fé da Colômbia e Oriente Médio. E em 2004, chegou ao fundo do poço quando, novamente no Grêmio, caiu para a série B do Brasileiro. Encerrou a carreira em 2011, pelo pequeno Imbituba de Santa Catarina, no ostracismo. Perdeu todo o dinheiro ganhou. Bem, não era uma previsão difícil de fazer.
A volta na carreira de Arílson parou exatamente onde começou. É técnico justamente do Aimoré e sonha treinar o Grêmio. É mais um que está no showbol, defendendo seus trocados pelo tricolor gaúcho.
E tudo começou com a maldita fuga portenha... Praga de argentino!
Olha o Arílson aí!
Grêmio - Campeão Taça Libertadores 1995: Arce, Darnlei, Adilson Batista, Dinho, Rivarola e Roger. Jardel, Luis Carlos Goiano, Paulo Nunes, Arilson e Carlos Miguel.
Palmeiras - Campeão Copa do Brasil 1998: Veloso, Agnaldo, Neném, Rogério, Roque Jr, Júnior, Cléber e Marcos. Almir, Pedrinho, Darci, Ozéas, Galeano, Paulo Nunes, Alex, Zinho e Arilson.
Bem, agora já deu para entender a foto, bem como o título do post. Ainda não? Vou ajudar!
É a maneira pela qual o povo anfitrião da Copa do Mundo de 2014 deve se comportar durante o evento, ao invés de proteger sua cidadania, segundo dois patrocinadores oficiais, que ainda querem que o Poder Executivo da República Federativa do Brasil lhes dê tal garantia.
Ao que me consta, a Copa do Mundo de 2014 está marcada para o Brasil há 6 anos!
Um dos que não tem medo de falar.
Em 2007, o calendário do futebol brasileiro já era uma palhaçada. A CBF não está nem aí se o campeonato brasileiro seria "esmagado" pela Copa das Confederações em 2013 e "trucidado" no ano seguinte. Seu presidente é eleito, em maioria dos votos, pelas federações estaduais e são estas que mandam. A Rede Globo é "parceira" tanto da primeira como destas. Paga e preenche sua grade de programação da maneira que lhe é mais conveniente. Como disse o Alex, do Coritiba, aqui registrado em "Pergunta de Um , Resposta com o Outro", a CBF está preocupada apenas com a seleção brasileira mas cede uma sala de reunião para que a "Vênus Platinada" delibere tudo sobre o Brasileirão!
Já postei aqui na série em 3 partes, "Por que tê-los? Por que não tê-los", minha opinião e sugestões sobre os monstrengos campeonatos estaduais que, em 2003, quando os campeonatos regionais acabaram e o brasileiro iniciou sua fase de pontos corridos, ocupavam apenas 11 datas. As benesses eleitoreiras foram aumentando e em 2013 já são 23. Alguém ainda tem dúvida do motivo pelo qual 75 jogadores assinaram manifesto contra a CBF, contra a exaustão e o absurdo calendário divulgado para o ano que vem, comprometendo férias dos jogadores e pré-temporada? Assistam ao Rafael Sobis, do Fluminense: http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2013/09/pato-elias-fabio-75-atletas-pedem-reuniao-com-cbf-sobre-calendario.html
Gostaria de ver os grandes clubes brasileiros desafiando suas podres federações como fez o Atlético-PR, no início deste ano, aqui já registrado em "A Coragem do Furacão"!
Paulinho está arrebentando! Há muito tempo! E pelo jeito, não vai parar tão cedo! Que beleza, hein, Felipão!
Volante moderno, bom toque de bola, passagem rápida da defesa ao ataque, combativo sem ser violento, excelente preparo físico, bom chute e excelente cabeceador. Faz tudo isso com a característica mais básica que deve existir no futebol: a simplicidade! Titular absoluto da seleção brasileira, foi o grande responsável pelos títulos do Corinthians em 2011/12. Difícil saber se poderá conduzir o Tottenham no mesmo caminho na Premier League, o campeonato mais disputado da Europa, contra os "bichos-papões" de Manchester, Arsenal, Chelsea e Liverpool ou ainda na Champions League, mas os súditos de Kate...ops...da Rainha também já começam a reverenciá-lo. Paulinho é o volante sem medo! Olha aí o gol da vitória dos Spurs, contra o Cardiff City, ontem, no País de Gales, aos 47 do segundo tempo:
Entretanto, o fim de semana de futebol pela Europa nos reservou algo muito ruim de outro volante brasileiro. Aliás, mais do mesmo.
Uma pequena introdução. O futebol na Turquia, sobretudo em Istambul, é algo irracionalmente inexplicável. A rivalidade entre Galatasaray, Fenerbahce e Besiktas é mortal! Mortal! As partidas entre os três não recebem torcida visitante e, pasmem, nem é muito comum torcedores de times diferentes se relacionarem em simples amizade. Em outras palavras, cada jogo é uma guerra! Uma espécie de treinamento de batalha do Império Otomano! Na mesma Constantinopla, só que sem romanos para expulsar!
E o "bravo" Felipe Melo, mesmo depois dos 30, continua a enriquecer seu "Curriculum Vitae" com toda a espécie de violência, destempero, xingamentos, atitudes covardes e outras absolutamente infantis. O pior de tudo é que, tecnicamente, trata-se de muito bom jogador. Dunga confiou neste cara em 2010 e, bem...você sabe. Taí a foto para lembrar!
E no vídeo abaixo, a última. Depois de entrada criminosa em Ramon (aquele mesmo, ex-Inter, Vasco, Corinthians, Flamengo...Ufa!), do Besiktas, foi expulso, foi tirar satisfação contra o time todo e na saída, mostrou a camisa do Galatasaray para provocar uma torcida que perdia (e perdeu) o jogo. Enfurecidos, os torcedores alvi-negros invadiram o campo para buscá-lo no vestiário! Várias prisões, vandalismos, destruição!
Até quando, Felipe Melo???? Imagino se você fosse romano!
Marinho é um renegado pelas tragédias da vida e, claro, do próprio futebol!
Em 1988, já no Botafogo, com 31 anos, dava uma entrevista à televisão, na beira da piscina de sua casa quando seu filho Marlon, de apenas 1 ano e 7 meses, se afogou nela. Uma tragédia que fez com que o excepcional ponta-direita entrasse no mundo das drogas e das bebidas. Ele se culpa disso até hoje. Sua carreira, então entrava em declínio.
Já havia sofrido grande decepção quando, às vésperas da Copa do México, em 1986, Telê Santana preferiu não levá-lo, mesmo o tendo convocado várias vezes, preterido pelos veteranos de 82, além de Casagrande, Edivaldo e Müller. Marinho dizia que sofreu preconceito por jogar no Bangu. Ducha fria de tristeza. Logo Telê, que o revelou no Atlético Mineiro em 1975.
Nascido em Belo Horizonte, de origem muito pobre, catava lixo quando criança para ajudar pai e mãe que moravam em um cômodo pequeno com nada menos que 18 pessoas, entre irmãos, primos e crianças abandonadas que seus pais recolheram das ruas. E as tragédias começaram quando treinava nas categorias de base do Galo. Uma de suas irmãs mais velhas, que o levava para um treino, foi atropelada ao atravessar a rua. Morte instantânea. Marinho só aprendeu a ler e escrever aos 22 anos, ensinado por outra irmã. Uma realidade muito dura.
Dentro de campo, um grande jogador. Rápido, habilidoso, driblador, excelente cruzador e definidor, muito bom no cabeceio. Um atacante completo. Destacando-se no Atlético, foi convocado para as Olímpíadas de 1976, em Montreal, Canadá. O Brasil fez campanha regular mas revelou, além de Marinho, Carlos (Ponte Preta) no gol, Edinho e Erivelto (Fluminense), Júnior e Julio Cesar "Uri Geller" (Flamengo), Cláudio Adão (Santos), Batista e Mauro Pastor (Internacional).
Em 1979, foi para o América de São José do Rio Preto-SP, quando se destacou em todos os Paulistões até 1983, quando Castor de Andrade, bicheiro da zona oeste carioca, resolveu bancar de novo o mesmo Bangu, como já havia feito nos anos 60. Além de Marinho, trouxe Cláudio Adão, Perivaldo, o goleiro Gilmar, Paulinho Criciúma, Fernando Macaé, Arturzinho, Mário, o zagueiro Polozzi e, mais tarde, Mauro Galvão. Foi vice 3 vezes: no Carioca em 83 e 85 e no Brasileiro de 85, quando Marinho ganhou a Bola de Ouro da Revista Placar, como melhor jogador do campeonato. Jogou demais. Era o xodó do Castor, artilheiro e capitão do time. Ganhava dinheiro do bicheiro só por fazer gols de pênalti, apostado contra o próprio, nos treinos. Era viciado em carros. Chegou a ter 8 na garagem, inclusive uma Mercedez zero. Comprava perfumes e presentes para todos os funcionários do clube.
Quando Castor reduziu a grana, foi negociado com o Botafogo, junto com Paulinho Criciúma e Mauro Galvão, quando o Glorioso passou a ser bancado por outro bicheiro: Emil Pinheiro. Foi bicampeão em 89/90, acabando com o jejum de 20 anos mas sem o mesmo brilho de Moça Bonita. Nem titular era. Já sentia os efeitos das tragédias. Perdeu tudo. Casou várias vezes, filhos às pencas, pensões, prostitutas, álcool, drogas, empréstimos a falsos amigos. Perambulou por times pequenos, tentou voltar ao próprio Bangu. Encerrou a carreira aos 39 anos.
Hoje é técnico do pequeno Juventus, no bairro de Realengo, no Rio. Vive de favor. Várias pessoas o ajudam.
Pensei em colocar uma foto ou um video atual como faço com os outros jogadores na série "Os Renegados"! Não valia a pena. Como admirador de futebol, o Marinho que aterrorizava os Grandes do Rio na década de 80 é o que vai ficar na minha memória! Vejam aí!
Fotos de times com o Marinho!
Atlético-MG 1978: João Leite, Cerezzo, Vantuir, (?), Heleno e Cláudio Mineiro. Marinho, Ângelo, Reinaldo, Paulo Isidoro e Ziza.
Brasil 3 x 0 Finlândia - 1986 - Um gol de Marinho: Leandro, Elzo, Oscar, Mozer, Carlos e Branco. Marinho, Sócrates, Careca, Muller e Edivaldo.
Opa! Peraí!
"Não consegui passar para esse grupo aquilo que penso sobre futebol!"
Mano Menezes tenta jogar a culpa em cima de si mas é sabido que a joga para seus, agora, ex-comandados.
Mesmo que muitos jogadores, sobretudo os mais humildes, costumem chamar técnicos de futebol de "professores", definitivamente, esta não é uma característica adequada a tal categoria de profissional. Ninguém ensina ninguém a jogar futebol. O dom precisa ser aperfeiçoado desde cedo, com dicas de domínio de bola, visão de jogo e muito, muito, muito fundamento: passe, chute, cabeceio. Sem falar em bom preparo físico, que parece ser a única característica da maioria dos jogadores do atual time do Flamengo. Há muito que as categorias de base de boa parte dos clubes brasileiros passam longe destes aspectos, sendo dominadas por lobistas e empresários, autorizados legalmente a ganharem dinheiro desde a Lei Pelé. Mas isso é outro papo.
Interpreto tal frase como aquele gerente de empresa que pede demissão porque pediu para seu superior (um diretor, por exemplo) contratar outros colaboradores que fossem mais produtivos e comprometidos com metas do que os atuais, já conhecidos por ele. No momento de sua chegada, recebera a promessa de que isto aconteceria a médio prazo e concordara com o desafio mas os resultados foram ruins no curto prazo e não quis manchar sua reputação vencedora. Aí, entro na cabeça do diretor e penso que o tal gerente havia sido contratado, a peso de ouro, exatamente para fazer os tais colaboradores melhorarem, sendo bem simplista, e a tal renovação viria com o tempo, mantendo os que conseguissem se desenvolver e dispensando os outros.
Se no mundo corporativo, isso já é complexo, imaginemos em um time de futebol profissional, onde não há médio e longo prazos para clubes de grande torcida. Em outras palavras, não existe racionalidade para o torcedor que paga ingresso e pay-per-view. Ele quer que seu time ganhe sempre!
Este post não é para comentar o jogo que precipitou a saída de Mano Menezes, muito menos para criticar diretoria mas para deixar claro que, com tal atitude, o técnico mancha sua carreira, ao contrário do poderia pensar. Mesmo que já tenha acertado com outro clube, como se especula com o Corinthians, sai do Flamengo pela porta dos fundos, aquela fedorenta onde fica a lata de lixo. Ofende jogadores que, por mais deficiências que tenham, são profissionais, por isso merecem respeito e não ficar com o sentimento de que seu técnico é quem sabia muito de futebol, ao contrário deles.
O diretor contratando o gerente
O "professor" abandona a sala de aula. Eram "alunos" relapsos!
Sei que outros técnicos brasileiros fizeram diversas propagandas através de nossos tempos modernos. A mais marcante de que me recordo foi essa aí de cima do homem que inventou o "lazaronês". Um idioma estranho, esnobe, inútil e que tinha como principal objetivo rebuscar ou dificultar algo que por si só já era simples. Três exemplos:
Jogador que tinha bom preparo físico, em lazaronês, tinha lastro físico.
Time que está fazendo boa campanha, em lazaronês, estava galgando parâmetros.
Preleção na concentração, em lazaronês, era pijama training.
Esse pulha foi técnico da seleção brasileira na Copa de 90, colocado lá pelo então diretor de seleções da CBF, Jorge Salgado, pau-mandado do ainda não deputado Tô Rico Miranda. Tudo porque ganhou dois estaduais com o Vasco em 1987/88, além de ter vencido o de 86 com o Flamengo. Após vencer a Copa América de 89, chegou na Itália cheio de moral. Maradona, com uma perna só, e (Co)Caniggia acabaram com o Brasil. Lazaroni ainda conseguiu emprego na Fiorentina, logo depois. Só o aguentaram por um ano (imaginem lazaronês, versão italiana). Vagou por alguns times brasileiros, depois, mundo árabe e... sumiu. Já foi tarde.
Na Mocidade Independente, em 2008.
E o amigo leitor sabe que se titulo estadual fosse currículo para ser técnico da seleção brasileira, um nome chega rapidamente a nossa cabeça: Joel Santana! O Natalino! O Papai Joel! Foram mais de 10 em todos os grandes do Rio e na dupla Ba-Vi, na Bahia. Foi um botinudo zagueiro medíocre do Olaria e do Vasco. Nunca foi titular absoluto, tão pouco marcou gol na carreira e virou técnico nos Emirados Árabes, trabalhando com Parreira. Era responsável pelas seleções de base. E, bem, sua história como técnico, todos conhecem!
E Joel foi o convidado do programa "Bola da Vez" da ESPN de hoje à noite. Mesmo desempregado há alguns meses - desde que perdeu de 7x3, com o Bahia, para o rival Vitória, na final do Baiano deste ano -, conseguiu ficar na mídia graças a uma das mais hilárias propagandas de TV dos últimos tempos do shampoo anti-caspa Head&Shoulders, fazendo menção à lendária entrevista em inglês, quando foi técnico da seleção da África do Sul, na Copa das Confederações em 2009, após o término de uma partida. Relembre aqui:
Hahahaha...Ops! Desculpem! Voltando...
Aos 64 anos, mesmo afirmando que ainda tem "gordura pra queimar", Joel sabe que a probabilidade de ser contratado por time de ponta no Brasil (muito menos no exterior) é pequena. Então, no "Bola da Vez", ele deu detalhes de como foi a gravação do comercial. Já havia feito um da Pepsi em 2011. Ficou nervoso, trocava o texto, gaguejava e o diretor teve muuuuuuita paciência. Não revelou quanto ganhou e não liga se é motivo de gozação. Ainda contou um episódio ocorrido no mês passado. Estava em um restaurante e um menino de 8 anos o reconheceu! A mãe o levou até ele e educamente perguntou se poderia tirar uma foto com o filho! Joel consentiu e ao final da foto, o menino disparou: "Iú tá de brinqueichon uiti me, cara?" Os entrevistadores do programa não seguraram altas risadas!